quinta-feira, 21 de maio de 2015

Carro do IBGE - em estado semi-lamentável

Este é um carro oficial que, por conta da habilidade do condutor, no momento, enfrenta estradas vicinais em condições precárias no município de Pau Brasil. É uma verdadeira aventura. A cada atoleiro, a cada ladeira as vidas dos pesquisadores do IBGE são colocadas à risco, pois o deslizar faz parte da acrobacia veicular. As dificuldades não intimidam os ibgeanos.Em entrevista realizada se tem o prazer do dever cumprido. PNADC setores 13 e 25 de Pau Brasil.
Só não está em estado lamentável porque o carro anda ainda.










Fonte: ASSIBGE - Executiva Nacional

domingo, 17 de maio de 2015

Crise de sinusite - Me atrapalhou

Devido a uma de sinusite e forte dor de cabeça que tive semana passada, não pude trabalhar quarta, quinta e sexta, o que me atrapalhou pra finalizar um setor em Gravataí. Das 14 entrevistas, consegui fazer somente 8, ficando 6 para trás.

Não dava vontade nem de ficar em frente ao computador.

domingo, 10 de maio de 2015

IBGE - Vídeos

Institucional

Sobre a POF - Pesquisa de Orçamento Familiar

Atuação do IBGE no país

Homenagem aos recenseadores de 2010

quinta-feira, 7 de maio de 2015

PNADC DESEMPREGO - Segura que eu quero ver!

Olha o desemprego disparando aí gente! Bem como eu imaginava pela quantidade de desempregados que eu andei entrevistando!

Os alemães do Bayern de Munique não seguraram o Messi, o Felipe Bastos não segurou o Nilmar no último grenal e a Dilma não segura o desemprego. E agora? O que fazer???

PNAD Contínua mostra desocupação de 7,9% no 1º tri de 2015

taxa de desocupação, no Brasil, foi estimada em 7,9% no 1º trimestre de 2015, a maior taxa verificada desde o 1º trimestre de 2013 (8,0%). Esta estimativa cresceu tanto na comparação com o 4º trimestre de 2014 (6,5%), quanto com o 1º trimestre de 2014 (7,2%). Pela primeira vez, a PNAD Contínua traz as informações completas sobre o mercado de trabalho para Brasil, grandes regiões e unidades da federação. A maior taxa foi verificada na região Nordeste (9,6%), e a menor, no Sul (5,1%). Entre as unidades da federação, Rio Grande do Norte teve a maior taxa (11,5%) e Santa Catarina, a menor (3,9%).
população desocupada (7,934 milhões de pessoas) variou 23,0% frente ao trimestre imediatamente anterior. Em relação ao 1º trimestre de 2014, o quadro foi de 12,6%.
nível da ocupação (indicador que mede a parcela da população ocupada em relação à população em idade de trabalhar) foi estimado em 56,2% no 1º trimestre de 2015, abaixo dos 56,9% verificados no trimestre anterior e dos 56,8% observados no 1º trimestre do ano passado. A população ocupada foi estimada em 92,023 milhões, refletindo variação de -0,9% na comparação com o trimestre anterior e 0,8% frente ao mesmo trimestre de 2014. No 1º trimestre de 2015, 78,2% dos empregados no setor privado tinham carteira de trabalho assinada, apresentando avanço de 0,5 ponto percentual em relação a igual trimestre de 2014 (77,7%). Em relação ao trimestre anterior, não houve variação estatisticamente significativa.
rendimento médio real habitual dos trabalhadores foi estimado em R$ 1.840. Este resultado foi 0,8% maior que o registrado no trimestre anterior (R$ 1.825) e estável em relação ao obtido no 1º trimestre de 2014 (R$ 1.840). A massa de rendimento médio real habitual dos ocupados foi estimada em R$ 163,8 bilhões, registrando queda (-0,2) em relação ao 4º trimestre de 2014. Na comparação anual, esta estimativa teve alta de 0,9%.
A publicação completa com os dados divulgados hoje está disponível no link 
http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/indicadores/trabalhoerendimento/pnad_continua/.
Taxa de desocupação passa de 6,5% no 4º tri de 2014 para 7,9% no 1º tri de 2015
A taxa de desocupação, no Brasil, ficou em 7,9% no 1º trimestre de 2015. Esta estimativa apresentou elevação de 1,4 ponto percentual em relação ao trimestre anterior (6,5%). Quando comparada com o 1º trimestre de 2014 (7,2%), a taxa aumentou 0,8 ponto percentual.
No 1º trimestre de 2015, a região Nordeste foi a que apresentou a maior taxa de desocupação (9,6%) e a região Sul, a menor (5,1%). No Centro-Oeste, do 1º trimestre de 2014 para o 1º trimestre de 2015, foi observada elevação de 1,5 ponto percentual na taxa de desocupação e nas regiões Norte e Sudeste, de 1,0 ponto percentual.
As análises apontaram diferenças significativas na taxa de desocupação entre homens e mulheres, comportamento verificado também nas cinco grandes regiões. No 1º trimestre de 2015, a taxa foi estimada em 6,6% para os homens e 9,6% para as mulheres. Já entre os jovens de 18 a 24 anos de idade, a taxa ficou em 17,6%, patamar elevado em relação à taxa média total (7,9%), comportamento verificado, tanto para o Brasil, quanto para as cinco grandes regiões.
A taxa de desocupação para o contingente de pessoas com ensino médio incompleto (14,0%) era superior à verificada para os demais de níveis de instrução. Para o grupo de pessoas com nível superior incompleto, a taxa foi estimada em 9,1%, praticamente o dobro da verificada para aqueles com nível superior completo (4,6%).
Nível da ocupação cai no 1º trimestre de 2015
O nível da ocupação (indicador que mede a parcela da população ocupada em relação à população em idade de trabalhar) no Brasil, no 1º trimestre de 2015, foi estimado em 56,2%. Este indicador apresentou variação estatisticamente significativa em relação ao trimestre anterior, quando era 56,9% e também em comparação com igual trimestre de 2014 (56,8%). As regiões Sul (60,6%) e Centro-Oeste (60,3%) apresentaram os maiores percentuais. A região Nordeste apresentou o menor nível da ocupação (51,4%).
No 1º trimestre de 2015, o nível da ocupação dos homens foi estimado em 67,4% e o das mulheres, em 45,9%. Este comportamento diferenciado deste indicador foi verificado nas cinco grandes regiões, com destaque para a Norte, onde a diferença entre homens e mulheres foi a maior (69,5% para homens e 42,8% para mulheres), e a Sul com a menor diferença (70,5% para homens e 51,3% para mulheres).
No 1º trimestre de 2015, o nível da ocupação do grupo etário de 25 a 39 anos foi estimado em 74,9%, enquanto que, para o grupo etário de 40 a 59 anos, em 69,3%. Entre os jovens de 18 a 24 anos, esta estimativa era 56,0%. Entre os menores de idade, de 14 a 17 anos, esta estimativa foi 15,4%, enquanto entre os idosos (60 anos ou mais), 22,0%.
Nos grupos com níveis de instrução mais altos, o nível da ocupação era mais elevado. No 1º trimestre de 2015, 30,9% das pessoas sem nenhuma instrução estava trabalhando. No grupo das pessoas com nível superior completo, o nível da ocupação chegou a 78,6%.
Percentual de empregados com carteira de trabalho aumenta no 1º tri de 2015
No 1º trimestre de 2015, 78,2% dos empregados no setor privado tinham carteira de trabalho assinada, apresentando avanço de 0,5 ponto percentual em relação a igual trimestre de 2014. Em relação ao trimestre anterior, não houve variação estatisticamente significativa. Entre os trabalhadores domésticos, a pesquisa mostrou que 32,3% tinham carteira de trabalho assinada no 1º trimestre de 2015, enquanto no mesmo trimestre do ano passado, eram 31,5%. Os militares e servidores estatutários correspondiam a 69,4% dos empregados do setor público.
O percentual de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado mostrou cenários distintos. As regiões Norte (64,7%) e Nordeste (63,8%) apresentaram-se em patamares inferiores aos das demais regiões. A comparação do 1º trimestre de 2015 com o mesmo trimestre de 2014 apontou aumento maior deste indicador na região Centro-Oeste, onde passou de 77,1% para 79,0% nesse período.
Rendimento médio real fica estável em relação ao 1º tri de 2014
No 1º trimestre de 2015, o rendimento médio real de todos os trabalhos, habitualmente recebido por mês, pelas pessoas de 14 anos ou mais de idade, ocupadas na semana de referência, com rendimento de trabalho, foi estimado em R$ 1.840. Este resultado em relação ao mesmo trimestre de 2014 (R$ 1.840) foi considerado estável. Na comparação com o trimestre anterior (R$ 1.825), houve alta de 0,8%.
No 1º trimestre de 2015, a massa de rendimento médio real de todos os trabalhos, habitualmente recebido por mês, pelas pessoas de 14 anos ou mais de idade, ocupadas na semana de referência, com rendimento de trabalho, foi estimada em R$ 163,8 bilhões, registrando queda (-0,2%) em relação ao 4º trimestre de 2014. Na comparação anual, esta estimativa teve alta de 0,9%.
39,0% das pessoas estavam fora da força de trabalho no 1º tri de 2015
No Brasil, no 1º trimestre de 2015, 39,0% das pessoas em idade de trabalhar foram classificadas como fora da força de trabalho, ou seja, aquelas que não estavam ocupadas nem desocupadas na semana de referência da pesquisa.
A região Nordeste foi a que apresentou a maior parcela de pessoas fora da força de trabalho (43,1%). As regiões Sul (36,2%) e Centro-Oeste (34,9%) tiveram os menores percentuais. Esta configuração não se alterou significativamente ao longo da série histórica disponível.
As mulheres eram maioria na população fora da força de trabalho, representando 65,9% no 1º trimestre de 2015. Cerca de 34,9% da população fora da força de trabalho era composta por idosos (pessoas com 60 anos ou mais de idade). Aqueles com menos de 25 anos de idade somavam 28,6% e os adultos, com idade de 25 a 59 anos, representavam 36,6%. No 1º trimestre de 2015, mais da metade desta população (52,6%) não tinha concluído o ensino fundamental e pouco menos de um quarto tinha concluído pelo menos o ensino médio (26,1%).

quarta-feira, 6 de maio de 2015

SETOR - Planejamento para o serviço, seja qual for

Bom, quando recebo um setor totalmente desconhecido, onde nunca fui antes, sem ter a menor ideia de onde fica, o que costumo fazer antes de trabalhar nele?

A primeira coisa é

-Pegar um mapa da cidade e verifico onde fica exatamente. Seja na agência do IBGE ou em casa mesmo no Google Maps ou Earth.

Depois de saber onde fica, verifico:

-Como chegar até lá.
-É possível ir de bicicleta?

Se for longe e não for possível ir de bicicleta, verifico;

-Quais meios de transporte pegar?
-Apenas trem?
-Apenas ônibus?
-Ou trem e ônibus?

Feito isso, verifico depois:

-Qual estação de trem descer?
-Quais linhas de ônibus passa perto ou passa dentro do setor?
-Quais os horários dos ônibus?
-E qual o tempo de viagem?

Ao chegar no setor, ligo internet e GPS no celular a fim de não me perder e conhecer o setor.

Após trabalhar no setor, verifico:

-Em qual parada e qual ônibus pegar para retornar pra casa?

Com isso, é possível otimizar o tempo de deslocamento para o setor.

Depois que fico sabendo como chegar no setor e como voltar, fica bem mais fácil.

Por exemplo, para ir num setor localizado em Gravataí, devo pegar trem até o centro de Canoas e depois o ônibus metropolitano para Gravataí após verificar linha, horários e tudo mais.

terça-feira, 5 de maio de 2015

PNADC - Balanço - Abril/2015

Em 3 setores nos seguintes lugares:

-Canoas (Mathias Velho)
-Sapucaia do Sul (São José)
-Gravataí (Morada do Vale II)



Desta vez não teve fechado e nem recusa, logo não terá o cálculo do custo das recusas desta vez!
E também não teve casa inexistente.

quinta-feira, 30 de abril de 2015

CENSOS IBGE - Todos os logotipos




Minha mãe respondeu 

O último a ser feito no papel e minha mãe respondeu

Esse eu respondi, que foi o 1º Censo 100% feito por meios eletrônicos, com PDAs e laptops para descarga e transmissão dos dados para as UEs e a matriz do IBGE no RJ.

Não achei os logos de 1960 e 1980, mas depois eu consigo.

terça-feira, 28 de abril de 2015

PME - Nada se sabe!


Vai terminar? Não vai terminar? O mais certo é... quem sabe!

E como mais um resultado da PME acabara de sair do forno, não adianta o governo negar a crise que ela está aí, pois o desemprego não para de subir. Até na PNADC agora eu já entrevistei bastante gente desempregada, reclamando da crise, aumento do custo de tudo e que o governo não está nem aí!

E ali no Vamos Contar: Nada de blog do Seu Madruga! É blog do Professor!

sábado, 25 de abril de 2015

PNADC - Equipe de entrevistadores


Em Canoas agora em Abril de 2015:

Homens - 3 (eu e mais dois apenas)
Mulheres - 6

Como na maioria das profissões, essa também o predomínio era de homens antigamente, principalmente por ser uma função de risco médio pra alto, pois envolve pesquisa de rua e nunca se sabe o que o APM poderá encontrar ao bater numa casa, ainda mais em bairros potencialmente perigosos de milhares de cidades de todo o país, já que o país vive uma crise de violência e insegurança há muito tempo, com números dignos de países em guerra.

quarta-feira, 22 de abril de 2015

IBGE - Evolução do salário-base de APM


Percebe-se que o salário quase que dobrou de 2007 para 2013. Mas acho que poderia ser o triplo no mínimo.